Por Lisandra Maioli
Venda de toques de celular, licenciamento de marca, eventos beneficentes, venda de cartões de Natal... São muitos os modelos de captação de recursos usados pelo terceiro setor que vão além de divulgação de conta bancária para doação.



O Investimento Social Privado, quando executado de maneira estratégica, ou seja, alinhado às diretrizes de responsabilidade social e sustentabilidade e às estratégias de negócio da empresa, integrando a perspectiva interna à perspectiva externa do negócio, e gerando valor para a empresa e sociedade, torna a empresa sujeito do processo de transformação social do país. Mas no que isto é diferente da filantropia?
Leonardo Letelier is founder and CEO of sitawi, Brazil’s first Social Fund. He received one of the SOCAP/Europe Entrepreneur Scholarships. In this blog Leonardo distinguishes different understandings of impact and open-heartedly reflects on sitawi’s choice to invest in ‘real mission driven’ small and medium enterprises (SME’s).
Descobrimos há pouco, e aqui me incluo, que o crowdfunding é a melhor solução para tantos e tantos projetos Brasil à fora que não tinham alternativa a não ser ficar no fundo de uma gaveta. Que o microcrédito vai ajudar a financiar ótimas ideias isso não é novidade e não há problema algum nisso. O que me intriga, e acho que talvez seja um assunto comum a outros entusiastas, é a dificuldade dos gestores de projetos em montar uma estratégia eficiente para levantar os fundos.
CULTURA DA DOAÇÃO
Leia o artigo de Fábio Di Natale Guimarães, Rogério Hermida Quintella e Renê Pimentel, da Universidade Federal da Bahia.

